Campanha lúdica conscientiza profissionais do São Camilo sobre a NR 32

Publicado em: 24, fevereiro, 2017

Carmen Miranda foi a personagem da ação ‘Biju é legal, mas não o hospital! ’

 Quem não se lembra da Carmen Miranda, cantora e atriz luso-brasileira, sucesso nas décadas de 1930 a 1950? Em 1939, a atriz surgiu pela primeira vez caracterizada de baiana, personagem que a lançou internacionalmente. No figurino, muitos acessórios e muito brilho ornamentados pelos brincos, colares, anéis e pulseiras. Esse foi o pano de fundo da campanha interna do Hospital Infantil São Camilo ‘Biju é legal, mas não no hospital”, realizada nos dias 23 e 24 de fevereiro, resultado da parceria entre os setores de Segurança do Trabalho, Recursos Humanos, Comunicação, SESA e a diretoria do Hospital Infantil São Camilo.

O objetivo da campanha é conscientizar os profissionais do hospital sobre a importância se seguir à risca a Norma Regulamentadora 32 (NR 32), Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde, que norteia todas as instituições hospitalares do país, apontando, dentre outros, os riscos biológicos aos quais os pacientes e colaboradores estão expostos em um ambiente hospitalar.

Um dos pontos destacados pela NR32 é a necessidade dos funcionários das áreas assistenciais não utilizarem nenhum tipo de adorno (anéis, pulseiras, colares, relógios, alianças e piercings).

O quê que a baiana tem? – A colaboradora Patrícia Aparecida Gomes Leite, secretária da Cirurgia Pediátrica, foi a intérprete da Carmen Miranda. Funcionária há 4 anos do São Camilo e membro do grupo de palhaços ‘Amigos do Amor’ – parceiro do hospital –, não teve nenhuma dificuldade em assumir a personagem e auxiliar na campanha. “Adorei a oportunidade de me passar pela ícone Carmen Miranda e ajudar a divulgar um tema tão importante para os funcionários, pacientes e familiares”, contou.

Ao som de “O quê que a baiana tem?”, Patrícia visitou todos os setores assistenciais do São Camilo, dançando e divertindo os funcionários. Ao final de cada apresentação, “Carmen Miranda” deixava o seu recado: “A baiana pode usar brinco de ouro, colares de ouro e pulseiras de ouro, mas aqui no hospital pode-se usar? Não” E assim, de maneira leve, lúdica e descontraída, os colaboradores foram abordados e orientados a seguirem a NR 32.

A técnica de enfermagem, Adriana Aline Pereira, adorou a performance. “Foi excelente! Uma forma descontraída de tratar de uma te

ma tão importante para nós”, disse.

A funcionária do Serviço de Nutrição e Dietética, Arlinda Maria Martins, entende que o não uso de adornos é uma forma de proteger funcionários e pacientes de possíveis contaminações. “A meta é sempre a saúde”, destacou.